segunda-feira, 29 de março de 2010

Acreditar na Vida



É ter esperança no amanhã.
Saber que após a noite vem o dia.
Viver intensamente as emoções!
Pular de alegria.
Não invadir o espaço alheio.
Ser espontâneo.
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Amar as pessoas incondicionalmente.
Aproveitar todos os momentos...
Fazer trabalho voluntário.
Vencer a depressão!
É cantar no chuveiro.
Confiar na voz da intuição.
Perdoar as pessoas.
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Brincar como uma criança.
Chorar de felicidade...
Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Saber trabalhar em equipe.
Ser sincero.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Não se apegar a bens materiais.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação!
Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Ver a beleza da alma.
Sair da passividade.
Saber que a vida é conseqüência de nossas atitudes...
Não procrastinar as decisões.
Mimar a criança interior.
Deixar acontecer...
Beijar muito.
Praticar a humildade.
Adorar calor humano.
Curtir as pequenas vitórias.
Viver apaixonado pela vida!
Visualizar só coisas boas.
Entender que há limites.
Mentalizar positivo.
Ter auto-estima.
Colocar sua energia positiva em tudo que realizar!
Ver a vida com outros olhos...
Só se arrepender do que não fez.
Escutar música clássica ou new age.
Fazer parcerias com os amigos.
Crescer juntos.
Dormir feliz.
Emanar vibração de amor...
Saber que estamos só de passagem.
Melhorar os relacionamentos.
Aproveitar as oportunidades.
Ouvir o coração...
Acreditar na vida!

Mon Liu

segunda-feira, 22 de março de 2010

O que esperar do amor...



Somos, pela maneira de perceber o mundo, seres incompletos. Vivemos buscando desesperadamente a nossa "metade". Às vezes pensamos ter encontrado e o nosso primeiro desejo é ficar junto até que a morte separe.

No início da relação com a nossa "outra metade", ali do lado, nos sentimos completos e felizes. Mas muitas vezes, ele resolve ir embora e lá estamos nós partidos, fragmentados. Depois de alguns episódios de fracassos ficamos com a impressão de que algo está errado.

Começamos, então, a procurar um relacionamento que não nos deixe tão perdidos ao acabar, porque descobrimos, já não tão surpresos, que sim... Os relacionamentos acabam! É quando percebemos como é difícil conseguir uma relação rica e criativa, inteira, sem dependência. Aí vem a pergunta: o que os homens procuram nas mulheres e as mulheres procuram nos homens?

Quantas pessoas não se queixam que o casamento não deu certo, que o namoro não deu certo. Contam que, apesar de terem se dedicado tanto ao outro, de terem amado, cuidado e convivido, de repente a outra pessoa simplesmente deixou de amar. E se queixam dizendo: "Ah, eu investi tanto nessa relação!" É isso que fazemos.

Investimos nas relações. Investimos como se fosse um negócio. Agimos como quando colocamos o dinheiro na poupança e esperamos que os juros aumentem para que o investimento cresça! Damos amor, fidelidade, sexo, companheirismo, cumplicidade e, quando o retorno não vem é o caos!

O investimento não teve retorno! Ora, nos negócios existe o risco. Pode dar certo ou não. E quando não dá não adianta culpar o mercado ou o corretor. Trata-se apenas de juntar o que sobrou e reinvestir novamente em outras condições ou sair à francesa, retirar-se do mercado por um tempo, para evitar maiores prejuízos!

O amor, entretanto, não é um mercado. Amamos para amar ou para ser amados? Para as duas coisas, você diria... Mas, na verdade, a gente só pode se responsabilizar pelo nosso sentimento, nunca pelo do outro.

Mas já que amamos e estamos sempre procurando um jeito de misturar a nossa vida com a de alguém, o que se diz nesse momento é: siga em frente e seja feliz. Nunca um adeus dolorido vai ser pior do que um ficar por ficar!

Clotilde Tavares

domingo, 14 de março de 2010

Quando o Amor se vai



Sentimos um nó na garganta, um bolo no estômago. Deixamos de raciocinar coerentemente. O mundo deixa de existir. As coisas deixam de ter importância. Uma dor insuportável, interminável, inexplicável toma conta de todo o nosso ser. Um sofrimento que insiste em estar presente, traz ao pensamento, a todo instante, lembranças do amor que se foi, dos momentos que não voltam mais.

Somos tomados por uma sensação irracional e ingênua de abandono, de falta de proteção. Tudo aquilo que tínhamos como certeza, que classificamos como sagrado e eterno, que foi fruto dos nossos desejos e das nossas estruturas imaginárias, se desmorona. Quando o amor se vai, tudo que se passa já não tem mais graça, nada satisfaz.

Quando o amor se vai, ficamos com a fantasia de que deixamos de ser importantes. Sentimo-nos frágeis. Quando amamos, convivemos com uma energia poderosa de solidez tão grande que nem nos passa pela cabeça viver sem ela. Caímos num vazio. Algo se perde. Abre-se um buraco difícil de ser preenchido.

Mesmo que seja você quem tenha deixado de amar, fica um profundo sentimento de desconforto, de tristeza. Não existem vencedores quando o amor se vai. Sentimo-nos encolher por dentro, uma impotência enorme de ter que começar de novo, uma insegurança absurda de não acreditar que podemos ser amados novamente. Esvaziamo-nos. Sentimos medo de começar uma nova vida, sozinhos, sem a muleta. Medo de encarar a família, a sociedade e, principalmente, a nossa própria consciência. Medo da solidão e do vácuo que inunda o nosso coração. Uma sensação de derrota. O fato é que não amamos para deixar de amar e quando isso acontece é sempre triste e frustrante, difícil de engolir.

A idéia do amor nos deslumbra e nos confunde com a crença do amor eterno. Nos acena com um paraíso na Terra. Nos dá certezas e razões. Acreditamos inocentemente que o amor do outro nos dará a possibilidade crescer e que sem a sua presença não conseguiremos mais viver com segurança.

Seria mais fácil se compreendêssemos que o outro nos encanta, nos completa e traz grandeza, mas não nos transforma. Parecemos melhores ou mais fortes quando amamos, mas é o amor que nos transforma, não o outro. Sem essa compreensão, o fim é muito difícil.

Quando o amor se vai, mais que a dor da ausência, da perda, da rejeição, dos detalhes, das lembranças, maior que tudo é a saudade que sentimos de quem somos quando amamos.

Quando o amor se vai, é dele que sentimos mais falta. Por isso, ao invés de massacrar o seu coração, cultive a sua auto-estima, veja-se como merecedor de um grande amor e abra-se para uma nova oportunidade de amar.

Natan-Kadan

segunda-feira, 8 de março de 2010

Feliz Dia da Mulher!!!



Dia Internacional da Mulher


Festa, flores, perfumes, encanto e magia, hoje, vamos comemorar... vamos agradecer ao tempo, que fez a mulher enfrentar a vida, conviver com o homem lado a lado, estabelecer limites, distribuir alegria e sentimentos, ensinar o lado bom da vida, ensinar que a cada dia é o espelho, é o recomeço ou o fim de uma experiência, é passar aos filhos que tudo é possível quando o amor está aliado à verdade, ao equilíbrio e à gratidão.

Dia Internacional da Mulher, dia do auto-respeito, dia do respeito a figura feminina, dia que expressa o coração humano na forma de um ser que abraça o mundo em todas as direções, conforta o seu semelhante, distribui afeto aos amigos e familiares, recebe os filhos como parte integrante do seu corpo, divide seu coração com seu companheiro, realiza tarefas domésticas e atua nas mais diversas profissões, estimula, deseja, vence preconceitos.

Sempre que distribui sorrisos, recebe a fonte desejada, recebe a energia que estimula o mundo, é a energia do reconhecimento, hoje a mulher conhece seu real valor, é a busca da auto-estima, do auto-respeito, da gratidão pelo criador, que a fez com tantos dons a exercer, ensinar e a viver.

Acredite nos seus dons de mulher, viva com alegria, com sutileza, não permita que nada transforme o brilho do seu magnetismo interior e sempre use a força feminina que levanta e sustenta o alicerce da vida, que é o desejo, o propósito de sua alma, alcançar a felicidade no âmbito emocional e nas realizações que compõem todos os níveis físicos da sua caminhada, seja feliz, seja autêntica, mesmo que tenha que enfrentar limites, dificuldades ou preconceitos.

Chegará o dia em que, com certeza, você, mulher, encontrará o seu sonho, o seu ideal, tudo estará perfumado e os momentos serão mágicos, confortáveis.

Todos em uníssono vão embalar a música: "Parabéns a todas as mulheres de todos os locais do planeta Terra, parabéns as mulheres brasileiras que com fibra alcançam o dia-a-dia de uma jornada e sentem no peito a realização de cantarem a vida apesar dos obstáculos e dos empecilhos, abençoadas sejam todas com brilho, calor, luz divina e encanto e magia, pois todas as mulheres sabem que a estrela brilha sobre elas quando agem com o coração e pensam com a alma, pois o coração reflete a emoção que a alma realiza. Feliz é a mulher que conhece e aproveita o seu potencial com saúde, com beleza, com magia, com alegria e felicidade e transmite o seu conteúdo a todos os que ama, que admira, que estima, que trabalha, que passou por sua vida um dia, um momento, toda uma vida ou ainda vai passar".

Feliz Dia da Mulher!!!

Texto da mestre em energias terapêuticas Miriam Zelikowski

terça-feira, 2 de março de 2010

A vida



A vida não é justa, mas ainda, assim, é boa.

Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno.

A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

Você não tem que ganhar todas às vezes. Concorde em discordar.

Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

Respire fundo. Isso acalma a mente.

Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.

Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras: 'Em cinco anos, isto importará?'

Sempre escolha a vida.

A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O Que é Ser Livre?



Falar sobre a liberdade é uma das questões mais fascinantes da psicologia. Usamos muito essa palavra, mas temos dificuldade em conceituá-la. Todo o mundo afirma que quer ser livre, mas pouca gente sabe dizer o que quer fazer com a liberdade.

É comum pensar que se pode agir sem impor limites à nossa vontade. Não é meu ponto de vista. Aliás, não tenho muita simpatia pela idéia de que viver bem é não abrir mão de nenhum tipo de desejo. Essa abordagem me parece ingênua e não leva em conta o fato de que, em nossa vida interior, há outras peças tão importantes quanto as do desejo.

Por exemplo: uma pessoa me agride e eu tenho vontade de revidar com toda a força e posso até desejar matá-la. Mas tenho dentro de mim um conjunto de valores morais. Se eu transgredi-los, experimentarei uma dor íntima muito desagradável, que é a culpa. Os animais em geral não sentem outra coisa senão o desejo e o medo. O homem não: tem um cérebro sofisticado que "fabrica" conceitos e padrões de comportamento que as pessoas acham muito importante respeitar. Em muitos casos, as normas estão em oposição às nossas vontades. No exemplo citado, isso fica evidente. Pelos nossos valores éticos, não temos o direito de matar outro ser humano.

Como agir? Respeitamos a vontade ou os padrões? Acredito firmemente que devemos nos ater aos padrões. Devemos seguir nossos pontos de vista e nossas convicções. Agir sempre em concordância com a vontade é franca imaturidade, é não saber suportar frustrações e contrariedades. Evidentemente que estou me referindo às situações em que a razão está em oposição à vontade. No caso de ela não provocar nenhuma reação negativa, é lógico que devemos tentar realizá-la.

Não se trata, portanto, de desprezar nossos desejos. Se estou com boa saúde, posso comer doces. Se for diabético, tenho de ter a capacidade de abrir mão deles. Se quero namorar uma determinada moça, nada me impede de fazê-lo, desde que eu me preocupe em não magoá-la à toa. Não acho acertado considerar mais livres as pessoas que não ligam para si mesmas e para os outros. Elas são mais irresponsáveis e até autodestrutivas. Se um homem sabe que o álcool lhe faz mal e continua bebendo, ele não é mais livre. É mais fraco.

Nos séculos passados, o ser humano vivia por normas exageradamente rígidas e alguns psicólogos acabaram concluindo que a verdadeira liberdade consistia em jogar fora essa camisa-de-força, guiando-nos a partir de nossos desejos. A idéia é boa, mas – na prática – é inviável. A vida em grupo exige que se preste atenção também aos outros. O amor e a solidariedade que sentimos naturalmente dentro de nós pedem isso. Não posso magoar as pessoas que amo sem sofrer. Nesse caso, antes de satisfazer a vontade, tenho de refletir muito, avaliando e pensando nas conseqüências.

Acredito que ainda seja adequada a definição que expressei há cerca de dez anos. Liberdade não é realizar todas as vontades. Não é ser desta ou daquela maneira. Liberdade é a sensação íntima de prazer que deriva da coerência entre o que pensamos e forma como atuamos. Sou livre se sou capaz de agir de modo coerente com o que penso. Algumas vezes respeito a vontade; outras, as normas morais. Em cada situação eu tomo decisões, válidas apenas para aquele momento. Sei dizer "sim", sei dizer "não". Tudo depende da importância do desejo e da permanente preocupação de equilibrar os meus direitos e os direitos das demais pessoas. Aceitar certos limites para as nossas vontades é sinal de maturidade, não de resignação e conformismo. É sinal de força, não de fraqueza.

Flávio Gikovate

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Beijo na Boca





Não tenho a menor idéia de quem inventou ou de quando foi inventado.
Mas vamos combinar que o tal do beijo na boca é uma das melhores invenções da humanidade.

Se existe algum povo, alguma cultura, que não adota esse tipo de beijo, garanto que esse lugar deve ser muito chato....
Porque o beijo na boca é a manifestação mais intensa da paixão...
Arrisco até a dizer que às vezes é mais importante do que o sexo.

Toda relação começa com um beijo na boca. E quando ele desaparece no dia-a-dia dos casais, é porque algo vai mal.

Quem nunca se apaixonou por causa de um beijo daqueles?
Existem bocas que se encaixam perfeitamente. Bocas nascidas uma para a outra, que se comunicam com facilidade e se tornam cúmplices.

Beijo bom é aquele que faz a gente sair do chão, faz o coração bater acelerado e o corpo todo tremer.
Beijo bom é aquele que faz a gente pensar em mil coisas e, ao mesmo tempo, não pensar em nada.

Beijo bom é aquele que faz o tempo correr ou... parar de vez.

Beijar na boca faz bem à saúde, à alma, ao corpo e ao coração.

Beijar de olhos fechados faz a gente sonhar. Beijar de olhos abertos faz a gente acreditar.
Beijo quente...
Beijo molhado...
Beijo tranquilo...
Beijo apressado...
Beijo na boca pode ser de todo jeito, mas tem que vir carregado de paixão.

Beijar no escuro, beijar na rua, beijar escondido, beijar roubado...
Beijo na boca nos faz sentir vivos, saudáveis... e até imortais.

Eu não sei se existe o dia do beijo na boca. Se não existe, vamos fingir que é hoje.

Vai lá... surpreenda quem você ama.

Aí você vai dizer: "ah, mas eu tô sozinha...".

Mais uma razão pra comemorar: a gente só descobre o amor, beijando...


Lena Gino