segunda-feira, 26 de abril de 2010

A vida é um campeonato permanente



A vida é um campeonato permanente.
Assim que uma partida termina, começa outra.
O prazer não está mais no descanso, e sim na preparação e na próxima partida.
É assim tanto nos campos de futebol...
Nas quadras esportivas...
Nas empresas
Nas casas...
(ou até na dança)...
Certamente, você lutou muito para montar a sua empresa...
Mas esse foi só o início de uma aventura como empreendedor.
Agora é preciso que ela permaneça competitiva.
A vida, para quem evolui, apresenta desafios cada vez maiores, e é bobagem imaginar que esse ritmo vá diminuir.
As equipes das empresas muitas vezes se iludem pensando que, depois de terminar um projeto, haverá um período tranqüilo.
No momento seguinte já aparece outro, que exige ainda mais de todos.
(é assim aqui com a gente...) aí você pergunta:
"Quando é que a tranqüilidade do passado vai voltar?"
Jamais, porque o tempo não volta.
Está sempre avançando em direção ao futuro.
Calmaria, atualmente, é sinal de que os negócios vão mal.
Ou que a vida destá estagnada...
Mas não se aflija...
Faça tudo no seu ritmo, sem sofrimento.
E você chegará lá!
O importante é não ter medo de prosseguir...
Só uma coisa torna o sonho impossível:
O medo de fracassar!
Pense nisso!


Roberto Shinyashiki

terça-feira, 20 de abril de 2010

Gosto muito de gente assim como você



Gosto de gente que ri, chora, se emociona com um simples telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço...

Gente que ama e curte saudade, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. ...admira paisagens, poeira e chuva.

Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para
Gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.

Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, ou de pessoas espontâneas como acabamos de ver...

Gente de coração desarmado,
Em ódio e preconceitos baratos.
Com muito amor dentro de si.

Gente que erra e reconhece, cai e se levanta,
Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.

Gosto muito de gente assim como você.
E desconfio que é deste tipo de gente que Deus também gosta!


Arthur da Távola

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Despedida



Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

terça-feira, 6 de abril de 2010

Você precisa se fazer feliz!



Uma pessoa feliz é capaz de transformar sua vida e dos que a rodeam...uma pessoa feliz é contagiante!

Uma pessoa feliz faz bem a si mesmo e torna o bem um corajoso ato dispensado a todas pessoas...

Uma pessoa feliz é corajosa sim, porque não aceita que violem a sua felicidade e dos que ama...e luta de forma justa e honesta para que esta seja preservada!

Seja feliz, mas aprenda que ser feliz, é apesar das dificuldades , um aprendizado constante, porque é preciso praticar a felicidade mesmo diante de obstáculos e dificuldades...

Ser feliz é olhar cada manhã como uma nova chance,
é olhar com olhos da beleza, do extraordinário,do fantástico, do incomum...
Ser feliz é olhar o mundo de uma forma diferente, é enxergar nas pequenas coisas e mais simples a grandeza da criação divina!

E se você já é feliz ou está nos seus primeiros passos, cultive sua felicidade diariamente, através da bondade, da dignidade, da humildade,da gentileza, da afetividade, da sinceridade, do companheirismo, da verdade, dos sonhos , do respeito a si , aos outros e ao meio ambiente! Respeito é essencial a felicidade!

Faça sua felicidade de pequenos momentos, estes se tornarão inesquecíveis e sua lembrança tornará qualquer momento feliz... lembre-se com carinho e dos momentos de alegria daqueles que já se foram , esta lembrança não te trará tristeza, mas sim conforto!

Pratique a felicidade através daquilo que você mais gosta: assista seu filme preferido, uma viagem para um lugar que você sempre quis ir, compre um perfume ou uma roupa que você adorou, faça um passeio, vá dançar...doe um pouco do seu tempo, converse com os amigos, sai sozinho por aí sem hora pra voltar!

Ser feliz é e não é fácil, depende de você: é preciso transpor o conceitos de que não é possível ser feliz sem dinheiro, sem beleza, sem bens materiais, sem status e posição social... dinheiro é bom, não faz mal e nos proporciona a realização de sonhos, mas é necessário alegria,consciência e humildade para que este atinja fins nobres...

Ser feliz é essencial, a felicidade precisa ser algo tão natural que você não precise mais viver numa eterna busca...

Porque você merece ser feliz, porque cada ser carrega a divindade dentro de si e por isso é especial!


Nazaíre Meirelles

segunda-feira, 29 de março de 2010

Acreditar na Vida



É ter esperança no amanhã.
Saber que após a noite vem o dia.
Viver intensamente as emoções!
Pular de alegria.
Não invadir o espaço alheio.
Ser espontâneo.
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Amar as pessoas incondicionalmente.
Aproveitar todos os momentos...
Fazer trabalho voluntário.
Vencer a depressão!
É cantar no chuveiro.
Confiar na voz da intuição.
Perdoar as pessoas.
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Brincar como uma criança.
Chorar de felicidade...
Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Saber trabalhar em equipe.
Ser sincero.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Não se apegar a bens materiais.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação!
Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Ver a beleza da alma.
Sair da passividade.
Saber que a vida é conseqüência de nossas atitudes...
Não procrastinar as decisões.
Mimar a criança interior.
Deixar acontecer...
Beijar muito.
Praticar a humildade.
Adorar calor humano.
Curtir as pequenas vitórias.
Viver apaixonado pela vida!
Visualizar só coisas boas.
Entender que há limites.
Mentalizar positivo.
Ter auto-estima.
Colocar sua energia positiva em tudo que realizar!
Ver a vida com outros olhos...
Só se arrepender do que não fez.
Escutar música clássica ou new age.
Fazer parcerias com os amigos.
Crescer juntos.
Dormir feliz.
Emanar vibração de amor...
Saber que estamos só de passagem.
Melhorar os relacionamentos.
Aproveitar as oportunidades.
Ouvir o coração...
Acreditar na vida!

Mon Liu

segunda-feira, 22 de março de 2010

O que esperar do amor...



Somos, pela maneira de perceber o mundo, seres incompletos. Vivemos buscando desesperadamente a nossa "metade". Às vezes pensamos ter encontrado e o nosso primeiro desejo é ficar junto até que a morte separe.

No início da relação com a nossa "outra metade", ali do lado, nos sentimos completos e felizes. Mas muitas vezes, ele resolve ir embora e lá estamos nós partidos, fragmentados. Depois de alguns episódios de fracassos ficamos com a impressão de que algo está errado.

Começamos, então, a procurar um relacionamento que não nos deixe tão perdidos ao acabar, porque descobrimos, já não tão surpresos, que sim... Os relacionamentos acabam! É quando percebemos como é difícil conseguir uma relação rica e criativa, inteira, sem dependência. Aí vem a pergunta: o que os homens procuram nas mulheres e as mulheres procuram nos homens?

Quantas pessoas não se queixam que o casamento não deu certo, que o namoro não deu certo. Contam que, apesar de terem se dedicado tanto ao outro, de terem amado, cuidado e convivido, de repente a outra pessoa simplesmente deixou de amar. E se queixam dizendo: "Ah, eu investi tanto nessa relação!" É isso que fazemos.

Investimos nas relações. Investimos como se fosse um negócio. Agimos como quando colocamos o dinheiro na poupança e esperamos que os juros aumentem para que o investimento cresça! Damos amor, fidelidade, sexo, companheirismo, cumplicidade e, quando o retorno não vem é o caos!

O investimento não teve retorno! Ora, nos negócios existe o risco. Pode dar certo ou não. E quando não dá não adianta culpar o mercado ou o corretor. Trata-se apenas de juntar o que sobrou e reinvestir novamente em outras condições ou sair à francesa, retirar-se do mercado por um tempo, para evitar maiores prejuízos!

O amor, entretanto, não é um mercado. Amamos para amar ou para ser amados? Para as duas coisas, você diria... Mas, na verdade, a gente só pode se responsabilizar pelo nosso sentimento, nunca pelo do outro.

Mas já que amamos e estamos sempre procurando um jeito de misturar a nossa vida com a de alguém, o que se diz nesse momento é: siga em frente e seja feliz. Nunca um adeus dolorido vai ser pior do que um ficar por ficar!

Clotilde Tavares

domingo, 14 de março de 2010

Quando o Amor se vai



Sentimos um nó na garganta, um bolo no estômago. Deixamos de raciocinar coerentemente. O mundo deixa de existir. As coisas deixam de ter importância. Uma dor insuportável, interminável, inexplicável toma conta de todo o nosso ser. Um sofrimento que insiste em estar presente, traz ao pensamento, a todo instante, lembranças do amor que se foi, dos momentos que não voltam mais.

Somos tomados por uma sensação irracional e ingênua de abandono, de falta de proteção. Tudo aquilo que tínhamos como certeza, que classificamos como sagrado e eterno, que foi fruto dos nossos desejos e das nossas estruturas imaginárias, se desmorona. Quando o amor se vai, tudo que se passa já não tem mais graça, nada satisfaz.

Quando o amor se vai, ficamos com a fantasia de que deixamos de ser importantes. Sentimo-nos frágeis. Quando amamos, convivemos com uma energia poderosa de solidez tão grande que nem nos passa pela cabeça viver sem ela. Caímos num vazio. Algo se perde. Abre-se um buraco difícil de ser preenchido.

Mesmo que seja você quem tenha deixado de amar, fica um profundo sentimento de desconforto, de tristeza. Não existem vencedores quando o amor se vai. Sentimo-nos encolher por dentro, uma impotência enorme de ter que começar de novo, uma insegurança absurda de não acreditar que podemos ser amados novamente. Esvaziamo-nos. Sentimos medo de começar uma nova vida, sozinhos, sem a muleta. Medo de encarar a família, a sociedade e, principalmente, a nossa própria consciência. Medo da solidão e do vácuo que inunda o nosso coração. Uma sensação de derrota. O fato é que não amamos para deixar de amar e quando isso acontece é sempre triste e frustrante, difícil de engolir.

A idéia do amor nos deslumbra e nos confunde com a crença do amor eterno. Nos acena com um paraíso na Terra. Nos dá certezas e razões. Acreditamos inocentemente que o amor do outro nos dará a possibilidade crescer e que sem a sua presença não conseguiremos mais viver com segurança.

Seria mais fácil se compreendêssemos que o outro nos encanta, nos completa e traz grandeza, mas não nos transforma. Parecemos melhores ou mais fortes quando amamos, mas é o amor que nos transforma, não o outro. Sem essa compreensão, o fim é muito difícil.

Quando o amor se vai, mais que a dor da ausência, da perda, da rejeição, dos detalhes, das lembranças, maior que tudo é a saudade que sentimos de quem somos quando amamos.

Quando o amor se vai, é dele que sentimos mais falta. Por isso, ao invés de massacrar o seu coração, cultive a sua auto-estima, veja-se como merecedor de um grande amor e abra-se para uma nova oportunidade de amar.

Natan-Kadan